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domingo, 13 de maio de 2012

SANTOS DE NEYMAR VENCE, IGUALA TRI DE SANTOS DE PELÉ E ENTRA PARA A HISTÓRIA: Em final agitada, Peixe vacila atrás, Guarani exala dignidade, mas craque faz mais dois gols e garante vitória no tricampeonato paulista do Alvinegro

Quem hoje ouve dos pais e avós relatos sobre o Santos de Pelé terá a obrigação de, no futuro, contar aos filhos e netos histórias do Santos de Neymar. História que ganhou novo capítulo neste 13 de maio de 2012, quando o Santos de Neymar venceu por 4 a 2 o Guarani e conquistou o tricampeonato paulista consecutivo. Feito que ninguém havia sido capaz de alcançar desde o Santos de Pelé, em 1967, 68 e 69.A equipe pisou o gramado do Morumbi já campeã. Só uma catastrófica derrota por três gols de diferença levaria a decisão para os pênaltis. As pouco mais de 53 mil pessoas na arquibancada já comemoravam. Faltou o churrasco para dar o tom de jogo festivo. Com o Peixe na contagem regressiva para o título e o Bugre descompromissado, a pelada se instaurou no Morumbi.Início com um gol a cada quatro minutos: Alan Kardec, Fabinho, Neymar e Bruno Mendes. No primeiro quarto do jogo, o placar já mostrava 2 a 2. Outras tantas chances foram desperdiçadas. Espaço de sobra para dribles e arrancadas. Jogo único, motivado por circunstâncias raras. O Guarani disputando uma final sem nada a perder e o Santos numa espécie de "relaxamento" antes de decidir vaga na semifinal da Libertadores contra o Vélez Sarsfield (ARG), em desafio bem mais árduo.No fim, cada um no seu lugar. O Santos, com o brilho de seus craques, no alto do pódio, com mais uma taça. E como não para de crescer o acervo do Alvinegro praiano...  Já o Guarani, orgulhoso de não estar mais em destaque por atrasos de salário ou risco de perder seu estádio, e sim pela campanha digna de aplausos no Paulistão. Orgulhoso de ter sido o melhor entre os times comuns do estado. Esse Santos não é comum...
Camisa 11 que vale por 11 jogadores
O que responderia o técnico Vadão se lhe perguntassem: "O que você prefere? Enfrentar Neymar aceso e dez jogadores apagados, ou o contrário?". Em 45 minutos, o craque voltou a mostrar que pode resolver quase sozinho. Ou melhor, em um minuto...
Seus olhos enxergam mais do que os dos outros. E seus pés são capazes de obedecer o que os olhos vêem e o coração sente. Assim, ele deixou Elano na cara do gol. E Elano deixou Alan Kardec mais do que na cara, quase dentro do gol, para abrir o placar.
Neymar estava aceso. Fez o lateral Bruno Peres deslizar pelo gramado do Morumbi, deixou Kardec novamente em condição de marcar, puxou contra-ataques... E quando Paulo César de Oliveira entendeu como intencional o toque de mão de Fábio Bahia na área, o atacante ignorou a catimba de Domingos e do goleiro Emerson. Manteve a calma, só beijou a bola e atendeu seu pedido: ser colocada no ângulo.
Seus companheiros já pareciam querer antecipar a festa. Rafael soltou bola fácil nos pés do esperto Fabinho, que marcou o primeiro. Elano perdeu a bola, Durval furou e Bruno Mendes empatou de novo. Vacilos fatais contra um Bugre que exalava respeito à sua história e sua torcida. De um time que poderia ter vencido no primeiro tempo. Bruno Mendes e Medina ficaram livres à frente de Rafael, mas o goleiro da Seleção Olímpica se redimiu do erro.
Muricy Ramalho inquieto. Ganso desaparecido. Torcida ainda certa do título, mas à espera da vitória com a qual está tão bem acostumada pela equipe. Assim terminou a etapa inicial.
Último ato
Segundo tempo com mais cara de final. Equipes desgastadas, precavidas e chances de gol raras. A cada minuto no relógio, o torcedor alargava o sorriso e ensaiava as dancinhas para acompanhar Neymar e companhia na celebração do título. E o Guarani, apesar das ordens de Vadão para avançar e de sua substituição ofensiva, substituia o ímpeto de tentar o milagre de três gols pelo orgulho de voltar a figurar numa final de Campeonato Paulista.
O ritmo de jogo era ditado pelos santistas e a ordem de Muricy Ramalho muito clara: manter a posse de bola, que até então ficara mais com o adversário. Parecia atormentar a cabeça dos bugrinos a impressão de que o último fio de esperança ficou nas chances perdidas dentro da grande área, no primeiro tempo.
Quem queria ver o duelo entre Neymar e Domingos foi atendido. E ambos foram fiéis ao que esperavam deles. Primeiro o zagueiro, malandro, deixou sua mão acertar o rosto do atacante. Depois deu o famoso chega pra lá na costela do rival. Por fim, não aliviou no embate corporal e deixou Neymar no chão.
É preciso fazer justiça a Domingos. Não foi maldoso, não foi desleal. Fez um belo campeonato. E é preciso fazer justiça a Neymar, que também respondeu da forma que melhor lhe cabe. Iniciando a jogada, posicionando-se na área enquanto Juan driblava e rolava para trás, recebendo e batendo com força, convicção e talento: o gol número 108 com a camisa do Santos. O 27º gol em 24 jogos em 2012. Alan Kardec, nos acréscimos, ainda pedalou antes de driblar Emerson, fazer o chamado "gol do título" e levar ao delírio a maior parte dos 53.749 pagantes no Morumbi.
Ao contrário da década de 1960, privilegiados são os futuros pais que terão fotos e vídeos mil para mostrar aos herdeiros uma equipe que faz história a cada semana. Que faz história ao respeitar ídolos como Léo, que entrou em campo só para ser homenageado. Que faz história ao manter no futebol brasileiro o gênio Neymar, a quem a Europa pensou que levaria quando bem entendesse. Que faz história ao tornar ainda maior um Muricy Ramalho que já era enorme com seu currículo repleto de conquistas.
"Campeão absoluto deste ano", diz o hino. Ano do centenário. "Tricampeão, tricampeão!!!" Grito que ecoa no estado de São Paulo depois de 43 anos. Um domingo histórico.






FINAL DO PARANAENSE 2012:Emoção até o fim: Coritiba vence nos pênaltis e é o campeão paranaense


Início Disputado


Coritiba e Atlético-PR entraram em campo com novidades entre os titulares. O técnico Marcelo Oliveira apostou no meia Rafinha, que era dúvida, para comandar o Verdão. Já o treinador rubro-negro, Juan Ramón Carrasco, escalou o volante Renan Foguinho na zaga e o zagueiro Bruno Costa na lateral esquerda, além de trocar a formação tática: do 4-3-3 para o 4-4-2, com Deivid, Renan Teixeira, Zezinho e Paulo Baier no meio-campo.
E os times nem tiveram tempo para se estudar. Em 20 minutos, foram cinco oportunidades de gol: duas do Coxa - as mais perigosas - e três do Furacão. A equipe mandante assustou com o volante Júnior Urso, que parou nas mãos do goleiro Rodolfo, e com o lateral-esquerdo Lucas Mendes, que tirou tinta da trave, ambos de cabeça e após cruzamentos do meia Tcheco. Já o Atlético-PR ameaçou com o volante Deivid, que bateu fraco da direita, para defesa do camisa 1 alviverde, Vanderlei. Depois, os atacantes Guerrón, de longe, e Edigar Junio, da entrada da área, também finalizaram sem muito perigo.
Menos chances; mais divididas
Entre os 20 e os 30 minutos, a partida ficou mais concentrada ao meio-campo, com divididas, passes errados e raras chances de gol. Na sequência, Guerrón tentou cobrar rápido o lateral, mas um gandula retardou a reposição - ele foi expulso. Depois, a torcida coxa-branca reclamou de pênalti sobre o meia Rafinha. Ele trombou com Bruno Costa na área e caiu, mas o árbitro Adriano Milczvski mandou o lance seguir. Na jogada, o camisa 6 atleticano se machucou e teve de ser substituído pelo lateral-esquerdo Heracles.
Nos últimos minutos do primeiro tempo, o clima esquentou, e o juiz aplicou os dois primeiros cartões amarelos da partida. O lateral-direito Gil cometeu falta em Renan Foguinho. Adriano Milczvski mandou o lance seguir. Depois, mesmo com o camisa 4 caído, Rafinha partiu para o ataque - foi parado com falta. Um princípio de confusão se formou, e Gil e Heracles foram advertidos.
Técnicos mudam, Coxa melhora
Os técnicos promoveram duas alterações na volta para o segundo tempo. Marcelo Oliveira trocou o atacante Anderson Aquino pelo meia-atacante Éverton Costa. Já Juan Ramón Carrasco - que já tinha feito uma mudança - substituiu Renan Teixeira pelo também volante Alan Bahia. Mesmo com as torcas, o jogo seguiu, antes dos 15 minutos, equilibrado. O Verdão buscava o ataque pelo lado esquerdo, com os meias Everton Ribeiro e Rafinha. Já o Atlético-PR tentava o gol nos contra-ataques acionados por Paulo Baier e puxados por Edigar Junio e Guerrón. Os dois times, porém, paravam na marcação adversária.
Depois, o Coritiba cresceu no jogo e passou a ameaçar o gol de Rodolfo. Everton Ribeiro dominou livre pelo lado esquerdo e bateu para a defesa do camisa 1 rubro-negro. Já Everton Costa passou por dois já dentro da área, mas foi travado por Manoel na hora do chute. Ele mesmo quase abriu o placar ao cabecear após cruzamento do meia Lincoln - substituto de Rafinha, ainda sem ritmo de jogo. Aos 29, o zagueiro Demerson finalizou de fora da área, direto para fora. No final, o Coxa tentou o gol do título na bola parada ou no contra-ataque. O Furacão segurou a partida. Até o apito final do árbitro Adriano Milczvski.
Decisão nos pênaltis
Com o empate sem gols no tempo normal, a decisão do título saiu nos pênaltis. Melhor para o Verdão. Nas cobranças, os volantes Alan Bahia e Deivid e os meias Zezinho e Martín Ligüera marcaram para o Rubro-Negro. Já o atacante Guerrón parou no goleiro Vanderlei. Para o Coxa, o meia Lincoln, o atacante Roberto, o volante Júnior Urso, o meia-atacante Éverton Costa e o meia Everton Ribeiro fizeram.

terça-feira, 8 de maio de 2012

FINAL DO PAULISTA 2O12

GUARANI 0 X 3 SANTOS   A DECISÃO ACONTECERÁ DOMINGO QUE VEM ;D

FINAL DO INTERIOR:

BRAGANTINO 2 X 4 MOGI MIRIM   A DECISÃO ACONTECERÁ SÁBADO QUEM VEM ;D

SEMIFINAIS DO PAULISTA 2012

GUARANI  3 X 1 PONTE PRETA      SÃO PAULO 1 X 3 SÃO PAULO

FINAIS DO INTERIOR:

BRAGANTINO 1 X 1 MIRASSOL - A DECISÃO FOI PARA OS PÊNALTIS E O BRAGANTINO GANHOU DE 4 X 2.

MOGI MIRIM 3 X 2 OESTE


FINAL DO PARANAENSE 2012:

DOMINGO-06/05/12-16h00-DURVAL DE BRITO


ATLÉTICO PR 2 X 2 CORITIBA


A DECISÃO ACONTECERÁ NO PRÓXIMO DOMINGO {13/05/12 ÁS 16H00 NO ESTÁDIO COUTO PEREIRA} ;D

Segundo Turno Paranaense 2012: 11ª rodada

Toledo 4 x 1 Iraty    Roma PR 1 x 3 Coritiba    Rio Branco PR 1 x 0 Londrina   Operário PR 2 x 2 Corinthians PR    Cianorte 0 x 2 Arapongas   Atlético PR 4 x 0 Paranavaí

quarta-feira, 2 de maio de 2012

o Neymar, foi sem querer que me apaixonei por ele,pelo seu jeito de ser,foi sem querer que eu comecei a pensar 25 horas por dia,foi sem querer que comecei a desejar ele ao meu lado todos os dias,foi sem querer que naqueles olhos verde eu vi o meu ponto de segurança o meu ponto de paz eu nunca imaginei que ele o Neymar podia ser o motivo do meu sorriso e das minhas tristezas,tristeza essa que passam quando vejo um sorriso no seu rosto ou quando vejo ele tão feliz,a felicidade dele é a minha também você não tem noção quando você ver seu ídolo sofrer e não pode fazer nada.Meu coração dói por velo mal.Eu queria muito cuidar dele.Queria muito fazer o que ele pede.Queria abraça-lo quando ele sente dó.Queria muito acariciá-ló quando ele estivesse triste.Mais em quanto eu não consigo fazer o que quero peço a Deus todos os santo dia pra que ele cuidar dele.